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terça-feira, 21 de maio de 2019

MINISTÉRIO DA SAÚDE PREPARA CAMPANHA DE VACINAÇÃO CONTRA O SARAMPO.

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O Ministério da Saúde está preparando uma campanha de vacinação contra o sarampo, que deverá ser iniciada em todo o país no dia 10 de junho. A informação foi confirmada pelo próprio ministério.

Neste ano, o ministério já confirmou 83 casos de sarampo no país, sendo 43 deles no Pará, 27 em São Paulo, quatro no Amazonas, três em Santa Catarina, três em Minas Gerais, dois no Rio de Janeiro e um em Roraima. Deste total, 27 são autóctones e todos eles de residentes no Pará. Os demais casos foram importados de outro país ou ainda não foi possível identificar a fonte de infecção. De janeiro a maio do ano passado, o ministério havia notificado 117 casos de sarampo no país, com dois óbitos.

Dos casos importados, 19 deles ocorreram em um surto da doença dentro de um navio de cruzeiro em Santos, no litoral paulista. O mesmo navio também provocou três casos de sarampo em Santa Catarina e um caso no Rio de Janeiro.

COMISSÃO DERRUBA PORTARIA QUE LIMITA ACESSO À MAMOGRAFIA NO SUS.

Por Karine Melo - Repórter da Agência Brasil  Brasília

A Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) decidiu nesta terça-feira (21) derrubar a Portaria 61/2015 do Ministério da Saúde (MS) que limitou o acesso de mulheres de 40 a 49 anos aos exames de mamografia para detecção precoce de câncer de mama no Sistema Único de Saúde (SUS). Pela portaria do MS, somente mulheres de 50 a 69 anos de idade podem fazer o rastreamento mamográfico na rede pública. De autoria do senador Lasier Martins (Pode-RS), o projeto de decreto legislativo, PDS 377/2015, que possibilitou a decisão, segue para o plenário da Casa em com urgência para análise.
autoexame câncer de mamaDivulgação/Sociedade Brasileira de Mastologia
A relatora da proposta na comissão, senadora Leila Barros (PSB-DF), avaliou que a portaria do Ministério da Saúde é ilegal e afronta a Lei 11.664/2008, que assegura a mamografia a todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade. Ainda em defesa da derrubada da portaria do Ministério da Saúde, a senadora argumentou que o câncer de mama é uma doença grave, sendo a primeira causa de morte por câncer entre as brasileiras, em 2019, segundo estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca), 59,7 mil novos casos devem surgir no país.

Impacto financeiro

O GOVERNADOR DO CEARÁ CAMILO SANTANA;MAIS 13 GOVERNADORES CRITICAM O DECRETO QUE LIBERA ARMA DE FOGO .


Em carta aberta, os chefes de Executivo afirmam que medida terão um impacto negativo na violência

Fonte:DN/Política
Em março, após encontro dos chefes de Executivo do Nordeste, Camilo Santana e outros governadores já haviam saído em defesa do Estatuto do Desarmamento
Foto: Eri Carlos
O governador Camilo Santana (PT) juntou-se a outros 13 chefes de Executivos estaduais para criticar o decreto do governo federal que ampliou as possibilidades legais de uso e porte de armas no País. De acordo com o documento, "a partir das evidências disponíveis, julgamos que as medidas previstas pelo decreto não contribuirão para tornar nossos estados mais seguros. Ao contrário, tais medidas terão um impacto negativo na violência – aumentando por exemplo, a quantidade de armas e munições que poderão abastecer criminosos – e aumentarão os riscos de que discussões e brigas entre nossos cidadãos acabem em tragédias". o texto foi divulgado hoje.
Segundo o texto, o caminho para o combate à violência passa por fortalecer a articulação entre União, Estados e municípios "para fortalecer políticas públicas baseadas em evidências e para implementar o Plano Nacional de Segurança Pública e Defesa Social". Além de Camilo, assinam o documento o governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), do Piauí, Wellington Dias (PT), do Pernambuco, Paulo Câmara (PSB), da Paraíba, João Azevedo (PSB), do Espírito Santo, Renato Casagrande (PSB), do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra (PT), de Alagoas, Renan Filho (MDB), de Sergipe, Belivaldo Chagas (PSD), do Amapá, Waldez Góes (PDT), de Tocantins, Mauro Carlesse (PHS), e do Pará, Helder Barbalho (MDB).